As manifestações de 8 de janeiro de 2023 são citadas de forma indireta em Dark Horse, filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. Trechos do roteiro publicado pela coluna de Demétrio Vecchioli, no Metrópoles, revelam como a produção aborda episódios políticos ligados ao ex-presidente após as eleições de 2022.
Veja fotos do elenco e compare:

Jim Caviezel será Jair Bolsonaro em Dark Horse
Hugo Barreto/Metrópoles e @therealjimcaviezel/Instagram/Reprodução

Camille Guaty será Michelle Bolsonaro em Dark Horse
Divulgação/IMDB e Metrópoles

Edward Finlay será Eduardo Bolsonaro em Dark Horse
Divulgação/IMDB e Metrópoles

Sergio Barreto será Carlos Bolsonaro em Dark Horse
Divulgação/IMDB e Metrópoles

Marcus Ornellas será Flávio Bolsonaro em Dark Horse
Divulgação/IMDB e Metrópoles

O filme estreia em 11 de setembro
Reprodução

O ator norte-americano Jim Caviezel vai dar vida ao ex-presidente Bolsonaro em Dark Horse
Reprodução

A produção promete contar a história de Bolsonaro nas eleições de 2018
Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro

Jim Caviezel como Bolsonaro
Go Up Entertainment/Reprodução

Jim Caviezel como Bolsonaro no filme Dark Horse
Reprodução

O ator norte-americano Jim Caviezel vai dar vida ao ex-presidente Bolsonaro em Dark Horse
Go Up Entertainment/Reprodução
O filme termina com textos em uma tela preta sobre a derrota de Bolsonaro para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.
Em 2022, Bolsonaro perde a reeleição por um ponto e meio percentual. Acusações de manipulação e fraude eleitoral se alastram. Manifestações ocorrem por todo o Brasil, em sua maioria pacíficas. Mas muitos são presos”, diz a parte final do roteiro.
O texto, contudo, não menciona as investigações que apontaram planejamento prévio para as invasões aos edifícios públicos, nem os acampamentos em frente a quartéis militares que pediam intervenção militar após o resultado das eleições.
Como acaba o filme Dark Horse
Antes da menção aos atos de 8 de janeiro, o roteiro também faz referência a uma suposta conspiração envolvendo um ministro do STF contra Bolsonaro.
Conforme publicou a coluna de Demétrio Vecchioli, uma das cenas finais mostra uma reunião na casa de Paulo Pontes, o vilão fictício conhecido como “Cicatriz”. Na trama, ele teria sido preso por Bolsonaro em 1985 e, desde então, se tornado inimigo dele.
A sequência acontece paralelamente à posse presidencial de Bolsonaro, em 2019. O roteiro descreve a presença de um homem “magro, careca, sério e hipócrita”, sugerindo explicitamente que ele poderia ser um ministro do STF.
Enquanto a cerimônia de posse é exibida na televisão, os personagens se acomodam ao redor de uma mesa. Paulo Pontes então caminha até a TV e desliga o aparelho, deixando a tela preta. A cena encerra o filme antes do epílogo.